CPH, custo por hora ou tempo de exposição ativa

CPH, custo por hora ou tempo de exposição ativa

Por muito tempo a mídia em publicidade foi vendida por “impressões”: com base no número de pessoas que foram teoricamente expostos a um anúncio, e muitas empresas de publicidade medem resultados por tráfego, por “visitantes únicos”, ou em alguns casos por cliques

Atualmente alguns meios de comunicação sentem a necessidade de melhores e mais precisas métricas, e um dos mais novos candidatos é o CPH: custo por hora ou tempo de exposição ativa, ou seja, a quantidade de tempo que um visitante é exposto a um anúncio publicitário.

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O Financial Times, jornal britânico com sede em Londres e uma das mais confiáveis fontes de informação para líderes empresariais do mundo todo, vem experimentando o CPH. Depois de fazer diversos testes com uma série de grandes marcas, o FT pretende implantar o custo por hora como padrão de medição de publicidade após perceber que a familiaridade de uma marca entre os leitores aumenta significativamente de acordo com o tempo em que um anúncio está visível. Anúncios vistos por cinco segundos ou mais no FT alcançaram um recall de marca 50% maior do que anúncios vistos num período menor de tempo.

Esse tipo de  medição permitirá que os anunciantes paguem por um anúncio apenas se ele for visto pelo usuário por mais de cinco segundos, e nesse tempo de exposição ativa, ferramentas de medição podem rastrear e identificar efetivamente a interação do usuário.

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E por que um operador de mídia tradicional, como o Financial Times estaria tão ansioso para se mudar para uma nova medição não foi testado para a publicidade digital? O FT não tem uma quantidade de tráfego tão grande em comparação com alguns outros players digitais: apenas 12 milhões de visitantes únicos por mês, porém seus leitores gastam três vezes mais tempo no site do que o leitor médio gasta em outros meios de comunicação, o que torna o tempo uma forte “moeda de troca” entre anunciante e veículo.

Se o excesso de informações existente hoje causa a escassez de atenção, empresas de mídia como a FT podem convencer anunciantes de que são capazes de medir a atenção real dos leitores, uma nova e poderosa arma na batalha para manter as receitas de publicidade.


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