Marketing e estratégias de mercado para jogos digitais – Produto x Serviço

Marketing e estratégias de mercado para jogos digitais – Produto x Serviço

Conforme conversamos na primeira parte, um jogo pode ser um produto ou um serviço?  A resposta é: pode ser ambos, inclusive os dois, ao mesmo tempo. Tudo depende do seu objetivo como desenvolvedor, da empresa que te contratou ou do investidor que banca o seu projeto.

Mas como assim? Que diferença isso faz para quem está criando, produzindo e quer vender os seus jogos? Saiba que faz toda a diferença! Para ilustrar essa visão vamos seguir um raciocínio composto por dois fatores:

Objetivo: Como e para que o jogo foi idealizado

Nas etapas iniciais da criação, no rascunho mesmo, geralmente quando a idéia de criar um jogo seja qual for,  parece genial e os obstáculos não estão totalmente visíveis, é difícil pensar “por que estou fazendo esse jogo?”.  Mas essa pergunta pode ajudar muito a definir se esse jogo será pensado, criado e visto como um produto ou serviço. E um objetivo não invalida o outro!

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Vamos imaginar que a idéia é fazer com que os futuros jogadores  pensem, reflitam, tomem certas decisões, mudem o seu comportamento ou se engajem em uma causa. O fator tempo pode ser determinante: criar algo que o público use interaja e leve ao conhecimento de outras pessoas, pelo máximo de tempo possível, é facilmente concebível na forma de serviço. Por exemplo: em um jogo baseado em educação financeira, o aprendizado pode ser contínuo e melhorado constantemente (aí está o fator tempo, quanto mais melhor). Um jogo-serviço vendido por assinatura com atualizações de conteúdo constantes e um serviço de suporte para atender dúvidas dos jogadores faz todo o sentido.

Agora vamos pensar diferente: imagine que objetivo seja criar um jogo baseado em uma determinada franquia, com um determinado público consumidor (exemplo: um desenho animado idealizado para crianças de 8 a 12 anos). É bem fácil imaginar um produto de consumo mais rápido e imediato. Mas isso não quer dizer que precisa ser uma experiência “esquecível”, pois se for devidamente planejado, uma vez nas mãos do consumidor este jogo terá um efeito de lembrança desde quando ele/ela ganha até a sua vida adulta, quando não será mais (necessariamente) o público alvo da franquia.

Resumindo: todo bom projeto começa com planejamento logo na concepção da idéia do jogo!

Se você quiser dar um mergulho mais fundo e entender os fundamentos do marketing, confira este material:

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Professora universitária aula para a turma de marketing digital – la salle Visualizações A partir de incorporações 1. Marketing básico Prof.ª Aline Corso aline.corso@gmail.com 2. oqueécapitalismo? 3. capitalismo 4. sociedadedoconsumo 5. … consumismo? … consumidor? … consumista? … consumidor falho? Oqueé… 6. Oqueémarketing? 7.

Mas tem uma etapa anterior a isso. Uma pré-etapa tão importante quanto o planejamento, que pode orientar todo o esforço criativo e fundamentar as escolhas de determinados temas para jogos, em detrimento de outros.

Na parte 3 vamos dar mais um passo atrás para entender dois fatores imprescindíveis para criar uma estratégia de marketing para qualquer tipo de jogo:  1.Quem será o público consumidor? e 2.O que ele espera receber?


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